Editora do Autor de Best–seller do New York Times e Best–seller Internacionais, L. Ron Hubbard

Scientologist Hubbard de Clearing

 Scientologist Hubbard de Clearing

Scientologist Hubbard de Clearing

À medida que os anos 50 passavam à história, os anos 60 rugiam de vida. No Congresso do Estado do Homem, L. Ron Hubbard tinha colocado a totalidade de Scientology na direção de OT, ao anunciar o avanço sensacional da Responsabilidade e a tecnologia de Atos Overts e Ocultações. No dia seguinte, ele começou a palestrar aos auditores no Curso de Scientologist Hubbard de Clearing: “Hoje, estão a auditar casos, e estão a auditar-lhes os botões mais quentes que há nos casos, e isso exige que estejam sempre alertas e sobre aviso.” Resumindo, não poderia haver o menor compromisso para com a perfeição e o que isso significava era audição muito precisa, nomeadamente uma ferramenta em particular do auditor – oE-Metro. Portanto, aqui é onde Sr. Hubbard proporciona uma descrição detalhada de cada faceta do uso do E-Metro. A forma como o E-Metro regista o efeito que o thetan tem na matéria, energia, espaço e tempo, a razão por trás de um theta bop, e também a forma de reconhecer os casos baseando-se na reação do E-Metro. Tudo está aqui. L. Ron Hubbard apresenta como usar o E-Metro, a razão para usá-lo e os fenómenos do E-Metro para localizar e manejar atos overts e ocultações, restaurando assim a responsabilidade e abrindo as portas em direção a OT.

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O Braço de Tom é uma medida da quantidade de responsabilidade assumida pelo PC pela sua existência e pelos seus overts e ocultações em geral. Assim pode dizer-se que este Braço de Tom – e agora dou-vos um dado vital muito importante no uso do E-Metro e o fator predominante em toda a audição e é simplesmente isto: que quanto mais alto estiver o Braço de Tom, menor é a responsabilidade pelos overts e ocultações. – L. Ron Hubbard

Se a década de 1950 culminou numa série de avanços fundamentais para tornar possível o aclaramento em grande escala, a década de 1960 foi anunciada com descobertas que desbravavam os reinos inteiramente novos do caminho para Thetan Operante. E com a completação do 1.º Curso Clínico Avançado de Melbourne e o Congresso do Estado do Homem – abarcando tudo o que L. Ron Hubbard descobrira em relação a overts, ocultações e a importância primordial da responsabilidade em fazer OTs – Scientology não entrou apenas numa nova década mas numa nova era.

Quanto ao modo como estes novos desenvolvimentos se traduziam em audição real, a tecnologia que ele agora tinha codificado para remover as barreiras nesse caminho para OT exigia que os auditores fossem treinados até à perfeição. E exatamente com este objetivo, houve uma ferramenta de auditor que assumiu uma importância superior a todas as outras:

“A audição hoje em dia é feita com um E-Metro. Este é a única coisa fiável que têm, em relação à audição, com a qual podem contar de maneira absoluta.”

Assim, 1960 ainda mal tinha despontado quando o Sr. Hubbard começou a entregar o Curso de Scientologist Hubbard de Clearing na Academia da Igreja Fundadora em Washington, DC. Aqueles que foram escolhidos para receberem este treino avançado englobavam 25 dos melhores auditores, com o curso a começar a 4 de Janeiro.

Como primeira instrução, eles ouviram as conferências que ele tinha dado algumas semanas antes à classe do 1.º ACC de Melbourne, contendo a teoria, mecânicas e aplicação das suas descobertas mais recentes. Simultaneamente, ele entregou conferências noturnas que abarcavam o âmbito do E-Metro, apresentado e demonstrado de forma exaustiva – uma descrição verdadeiramente completa de todos os fenómenos concebíveis do E-Metro, incluindo como reconhecê-los, o que significavam e, mais importante, como aplicá-los em sessão.

Desde o facto de que o E-Metro regista o efeito do thetan sobre matéria, energia, espaço, tempo e os seus pensamentos, até ao fenómeno da razão por que ocorre um theta bop, até como reconhecer um caso através da reação do E-Metro, está tudo ali. Mais ainda, e de relevância particular para tudo o que estes avanços significavam para esta cultura e para este planeta, o como e o porquê do uso do E-Metro para localizar overts e ocultações e libertar o ser dos seus efeitos adversos – e os mecanismos e fenómenos exatos subjacentes a esta tecnologia:

  • Rudimentos – o que são e a razão por que nenhuma sessão começa sem eles;
  • Braço de Tom – a razão por que ele é uma medida da responsabilidade assumida pelo preclear;
  • Banco Reativo – a quantidade de banco é inversamente proporcional à quantidade de responsabilidade;
  • Capacidade – como é que uma determinada capacidade pode ser recuperada manejando responsabilidade;
  • Grandes Overts – porque é que no início estes nem sempre dão leitura num E-Metro e como se liberta overts mais pequenos para chegar a um maior;
  • Identidade – o botão primário na linha do tempo;
  • Triângulo de KRC – como é usado na audição e porque é que o auditor é superior em todos os seus pontos;
  • Energia – a razão por que se pode queimar carvão para produzir energia e o modo como isto se relaciona com a audição.

Quanto ao que estes dados significavam em relação ao aclaramento e a fazer OTs, numa política que em breve seria publicada a partir de Saint Hill, o Sr. Hubbard descreveria estas conferências como as palestras de curso mais importantes alguma vez publicadas. E, em relação a tudo o que representava:

“Demorei quase dez anos a construir uma ponte melhor. Bem, não tenho quaisquer preocupações com esta. Ela suportará quaisquer cargas e pressões. Nós conhecemos os botões principais da aberração completa e finalmente. E, verdade se diga, vocês nunca mais serão os mesmos.”

Também está incluída uma mensagem de L. Ron Hubbard gravada no dia 11 de Março de 1960 que contém dados diretamente relacionados com o Curso HC. Esta foi dirigida aos estudantes de um ACC Sul-africano que era composto de uma reprodução das conferências do HC e do 1.º ACC de Melbourne. Intitulada “Cassete Especial de Curso – ACC Sul-africano”, esta gravação nunca antes esteve disponível e é aqui apresentada pela primeira vez.

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