Editora do Autor de Best–seller do New York Times e Best–seller Internacionais, L. Ron Hubbard

Congresso de Theta Clear

 Congresso de Theta Clear

Congresso de Theta Clear

Uma experiência que prendeu a atenção do mundo: tomateiros com 6 metros de altura e pepinos do tamanho de melancias deram bons títulos de primeira página. Mas esses jornais não sabiam sequer de metade da saga épica que envolvia as experiências de L. Ron Hubbard com plantas em estufas e uma grande descoberta relativa à vida em si: o modo como os postulados fundamentais de sobreviver e sucumbir interagem na vida e resultam no jogo chamado “vítima”. A seguir a essa descoberta vieram descobertas posteriores, revelando as razões básicas para os postulados de autodestruição de um ser e a sua solução – Processos de Comunicação que limpam a linha do tempo de aberrações profundas. Mais ainda, é aqui que a aplicação assumiu uma dimensão enorme com o anúncio de um novo tipo de audição que permite que um auditor maneje centenas, ou até mesmo milhares de preclears ao mesmo tempo. Trata-se dos meios de aclaramento em larga escala e salvação planetária. E no entanto, apesar da magnitude desses desenvolvimentos, estar por detrás deles foi ainda mais espetacular. Porque aqui encontra-se o Congresso histórico em que Sr. Hubbard anunciou pela primeira vez a aquisição da morada mais famosa de Scientology: Saint Hill Manor, East Grinstead Sussex, Inglaterra.

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Mais sobre Congresso de Theta Clear

Continuar a viver requer que uma pessoa penetre nos mistérios que estão fazê-la recuar. E o maior destes mistérios é o mistério de: “Devo sobreviver? Ou devo sucumbir?”– L. Ron Hubbard

O objetivo? O Clearing. E não apenas um indivíduo, mas centenas, até milhares – ao mesmo tempo.

Foi em 1959. E enquanto os temas de Dianética e Scientology tinham entrado no seu décimo ano, L. Ron Hubbard estava a lançar uma era completamente nova – uma era que iria literalmente alterar a imagem de Scientology, para sempre.

O desenvolvimento da tecnologia tinha avançado completamente até uma realização daquilo que o Sr. Hubbard tinha buscado desde 1950. O Clearing, por outros auditores, que não ele mesmo, tinha-se tornado uma realidade. Consequentemente, ele era agora capaz de se concentrar nos meios de levar isso a cabo numa base ampla. No entanto como ele descreveu num artigo da Primavera de 1959, “O Assunto de Clearing”, isso não era um objetivo novo:

“Quando eu descobri em 1950 que outros auditores não podiam alcançar isto, eu tomei isto totalmente como a minha tarefa:

“1. Estudar todos os fenómenos relacionados com o clearing;

“2. Estudar formas de treinar auditores para fazer o trabalho e

“3. Alcançar o estado original em grande escala, por auditores em geral, em todos os tipos de casos.”

Em primeiro lugar, e como evidência do facto de que a tecnologia tinha evoluído até uma funcionalidade muito precisa - na verdade, um novo patamar – ele entregou as Palestras do Curso Especial Hubbard de Auditor Profissional, em Abril de 1959, para servirem como o currículo primário para um novo Curso de Auditor Profissional. Tão abrangentes são estas palestras, que o Sr. Hubbard as descreveu como “os fundamentos dos fundamentos”. Dando ênfase ao facto de que a tecnologia de auditor tinha estabilizado, essas mesmas palestras ainda se mantêm hoje como o curso básico de treino de auditor.

Mais relevante, e para além de pôr no seu lugar esse registo permanente, ele necessitava desse novo Curso Profissional de Auditor, imediatamente, para treinar rapidamente auditores para outra coisa que ele agora estava a planear. Nomeadamente, a meta 3 acima descrita: aclaramento em grande escala por auditores em geral em todos os tipos de casos.

De facto, a praticabilidade do aclaramento generalizado assim o exigia. Em termos de números puros, por mais auditores que ele pudesse treinar, tal nunca seria suficientemente rápido se todas as pessoas tivessem de ser aclaradas uma a uma. O que o Sr. Hubbard procurava era um método de aclaramento que fosse “fácil, rápido, económico”, para que todos os seres pudessem beneficiar dele.

A solução está na co-audição, na qual dois auditores formam uma equipa para se auditarem um ao outro. No entanto, embora a co-audição já existisse há alguns anos, aquilo que ele estava prestes a lançar era uma coisa completamente diferente. Vinha na sequência do facto de que toda a co-audição até à data era composta de equipas de auditores treinados. No entanto se ele tivesse de treinar cada pessoa até um nível de auditor profissional antes que ela pudesse auditar outra, então nada seria conseguido.

A solução? O Sr. Hubbard desenvolveu um tipo completamente diferente de co-audição, para o auditor novo. Ele chamou-lhe Audição Amordaçada, porque as ações que o auditor tinha autorização para executar eram muito poucas, requerendo por isso pouco treino. Mas isso era apenas metade da equação.

De seguida, chamando todos os auditores para treino no 6.º Curso Clínico Avançado de Londres ele apresentou uma coisa de que eles nunca tinham ouvido falar – os meios para um auditor processar centenas, mesmo milhares de uma só vez. E não se tratava de Processamento de Grupo, com comandos entregues a uma sala cheia de pessoas. Em vez disso, números ilimitados de co-auditores com pouco treino a ser auditados, na realidade, pelo único auditor treinado. Isto estava, de facto, entre as formas de processamento mais antigas alguma vez desenvolvidas, como ele disse a esses auditores do 6.º ACC de Londres:

“Então o que é isto? O que é isto? Vocês pensam que isto é novo. Sim, sim, é muito novo na sua tecnologia, e sensacionalmente novo na sua eficácia. Mas não é novo como uma ideia. Porque esta é a forma pela qual eu consegui fazer imensas horas de audição, em 1946, 7, 8 e 9.

“Agora, portanto, a ideia de um auditor manejar um grande número de equipas é muito antiga. Mas a metodologia pela qual isto é feito hoje em dia é bastante nova.”

Sim, aí estava uma “metodologia muito nova” e tinha tudo a ver com o lendário elemento final deste período de pesquisa. Porque a acrescentar ao seu trabalho pessoal de treino de auditores em Londres, o Sr. Hubbard tinha vindo a conduzir pesquisa numa área totalmente diferente. E ainda que os Scientologists em geral não soubessem nada acerca disso, ele estava a prender a atenção do mundo da horticultura com as suas experiências em estufas, produzindo então alguns resultados espantosos: tomateiros com cinco metros e meio de altura e pepinos do tamanho de melancias. E embora a imprensa não tardasse a publicar títulos de primeira página: “O Laboratório da Era Atómica do Dr. Hubbard”, e a descrever isso como “uma descoberta de imenso significado para todos os horticultores”, o facto é que esses repórteres não sabiam metade da história.

Porque, de facto, aqui estava pesquisa numa área muito mais profunda, com ramificações globais. E o que esta trouxe à luz foi os postulados básicos de sobreviver e sucumbir, e o modo como uma pessoa se torna uma vítima. Daí vieram não só as mecânicas da razão por que a vida sucumbe, mas também os processos para iniciar o aclaramento em grande escala.

Além disso, isto era apenas o princípio. Porque ele tinha plantado uma outra coisa que em breve iria germinar um crescimento planetário. E se isso não tinha sido mencionado até então, foi só porque foi assim que ele o quis.

Hotel Shoreham em Washington, DC, 4 de Julho de 1959, uma estrondosa ovação antecipando o que eles ainda desconheciam. Nesse momento as luzes apagaram-se, uma fotografia projetou-se no ecrã acompanhada pelas agora imortais palavras de L. Ron Hubbard: “E aí está Saint Hill.

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